1 Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto.
2 Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniqüidade e em cujo espírito não há dolo.
3 Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.
4 Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.
5 Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado.
6 Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão.
7 Tu és o meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento.
8 Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho.
9 Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem.
10 Muito sofrimento terá de curtir o ímpio, mas o que confia no SENHOR, a misericórdia o assistirá.
11 Alegrai-vos no SENHOR e regozijai-vos, ó justos; exultai, vós todos que sois retos de coração.
Se se tratasse de uma série de "preferidos", este Salmo certamente comporia a minha lista. Não só pelo fundamental, digo, pela essência, pelas "belas palavras de vida" nele contidas, mas também por me fazer lembrar a melodia de duas lindas canções que conheço, tendo uma delas a seguinte letra:
2 Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniqüidade e em cujo espírito não há dolo.
3 Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.
4 Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.
5 Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado.
6 Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão.
7 Tu és o meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento.
8 Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho.
9 Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem.
10 Muito sofrimento terá de curtir o ímpio, mas o que confia no SENHOR, a misericórdia o assistirá.
11 Alegrai-vos no SENHOR e regozijai-vos, ó justos; exultai, vós todos que sois retos de coração.
Se se tratasse de uma série de "preferidos", este Salmo certamente comporia a minha lista. Não só pelo fundamental, digo, pela essência, pelas "belas palavras de vida" nele contidas, mas também por me fazer lembrar a melodia de duas lindas canções que conheço, tendo uma delas a seguinte letra:
Lavaste o meu coração
Com Teu sangue precioso
Atraíste a minha alma
Com Teus laços de amor
Perdoaste os meus pecados
Saraste os meus sentimentos
Pela Tua bondade conduz-me,
ao arrependimento.
Após entoar estes versos, o cantor recita o Salmo 32 de uma forma belíssima. E sempre, sempre que a ouço ou que o leio em minha Bíblia, me sinto tocada, me ponho em reflexão e posso confirmar quão real e verdadeira é a mensagem deste Salmo.
Não encontro outras palavras que melhor identifiquem os frutos produzidos pelo erro na vida de um pecador quanto aqueles facilmente observáveis nestes versículos: dor, degradação, pesar, sofrimento, desfalecimento, ignorância, morte. Por outro lado, me impressiona a lista de dádivas que nos acompanham quando somos alcançados pelo favor do Senhor. Creio que não há crente por mais neófito que seja que não tenha ouvido e/ou mesmo experimentado da bem-aventurança, do refúgio, do livramento, da capacitação e da misericórdia que o Senhor opera na vida dos que O confessam e vivem a inteira dependência Dele em suas vidas.
Somente neste momento, em que o Senhor e somente Ele nos chama, gerando em nós arrependimento sincero e profundo, é que conseguimos enxergar a nossa triste realidade. Olhamos para nós mesmos e só enxergamos depravação, rebeldia, miséria, egoísmo e tantas outras coisas sem valor nenhum para a eternidade. Tudo o que possuímos é um coração corrupto, absolutamente longe de Deus e ávido por distanciar-se ainda mais.
Quando penso nisso, lembro e compartilho dessa linda declaração de Spurgeon: "Eu creio na doutrina na eleição, porque estou bem certo que, se Deus não me tivesse escolhido, eu nunca O teria escolhido; e tenho certeza que Ele me escolheu antes de eu nascer, ou caso contrário Ele nunca teria me escolhido depois; e Ele deve ter me eleito por razões desconhecidas por mim, porque eu nunca pude encontrar qualquer razão em mim mesmo pela qual Ele devesse me olhar com especial amor."
E me sinto grata, por suas muitas misericórdias sobre mim e sobre todos aqueles a quem Ele tem chamado, porque pensando especificamente em mim, conhecendo a minha natureza como conheço me sinto plenamente convicta de que meus esforços jamais me aproximariam de Deus. Reconheço o quanto necessito do Senhor e da sua graça. Aliás, não há nada mais belo do que o significado desta palavra. Graça = Favor Imerecido (por parte de Deus aos homens). Logo, não há bondade em nós, não são os “méritos” que definitivamente não possuímos que nos conduzem a Ele, mas, o Seu amor supremo e eterno para com os que são seus. Como está escrito em João 15:16:
“Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda."
Aqui encerro, orando ao Senhor para que as nossas atitudes sejam SEMPRE compatíveis com a fé que professamos e para que nunca nos esqueçamos de que só Nele encontramos as palavras de vida eterna.
“...Senhor, para quem iremos? Só tu tens as palavras de vida eterna”. (João 6:68).
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