domingo, 30 de outubro de 2011

OS SOFRIMENTOS E A MARIPOSA IMPERIAL

Devocional do livro Mananciais no Deserto, de Lettie Cowman - considerado um dos maiores clássicos devocionais de todos os tempos.

9 de Janeiro
"Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com a glória por vir a ser revelada em nós." (Rm 8.19.)

Há um fato curioso a respeito da mariposa imperial: ela sai do casulo por uma abertura que nos parece pequena demais para o seu corpo. E, interessante, não deixa vestígio de sua passagem: um casulo vazio é tão perfeito como um casulo ocupado. Vim a saber que, segundo se supõe, a exígua abertura desse casulo é uma provisão da natureza para forçar a circulação dos humores nas asas da mariposa, asas que ao tempo da eclosão são menores que as de outros insetos congêneres.

Certa vez guardei por bom tempo um desses casulos, que têm interessante forma cilíndrica. Estava ocupado. Eu anelava por ver chegar o dia da saída do inseto. Finalmente o dia esperado chegou: e lá fiquei euuma manhã inteira, interrompendo a todo momento o meu serviço, para observar a trabalhosa saída da mariposa.

Mas, no meu entender, aquela saída estava trabalhosa demais! Pensei que talvez fosse por ter o casulo ficado tanto tempo fora de seu habitat, quem sabe se em condições desfavoráveis. Podia ser que suas fibras se tivessem ressecado ou enrijecido. E agora o pobre inseto não teria condições de sair dali.

Depois de muito pensar, arvorando-me em mais sábio e compassivo que seu Criador, resolvi dar-lhe uma pequena ajuda. Tomei uma tesoura e dei um pique no fiozinho que lhe embaraçava a saída. Pronto!


Sem mais dificuldade, lá saiu a minha mariposa, arrastando um corpo intumescido. Fiquei atento e curioso para ver a expansão de suas asas encolhidas, o que é um espetáculo admirável aos olhos do observador. Olhava curiosamente aqueles minúsculos pontos coloridos, ansioso por vê-los dilatarem-se, formando os desenhos que fazem da mariposa imperial a mais bela de sua espécie. Mas, nada... E o fenômeno nunca se deu!

Em minha pressa de ver o inseto em liberdade, eu havia, sem o saber, impedido que se completasse o laborioso processo que estimularia a circulação nos minúsculos vasos de suas asas! E a minha mariposa, criada para voar livremente pelos ares, atravessou sua curta existência arrastando um corpo disforme, com asas atrofiadas.

Muitas e muitas vezes tenho me lembrado desta mariposa quando observo, com olhos compassivos, pessoas que se estão debatendo em meio a sofrimento, angústias e dores. Eu de bom grado lhes cortaria a
disciplina e daria liberdade. Homem sem visão! Qual dessas dores poderia sem dano ser poupada?

A perfeita visão, o perfeito amor, que deseja a perfeição de seu objeto, não recua por uma fraqueza sentimental diante do sofrimento presente e transitório. O amor de nosso Pai é muito verdadeiro para fraquejar. Porque Ele ama a Seus filhos, Ele os corrige, a fim de fazê-los participantes da Sua santidade. Com este glorioso fim em vista, Ele não nos poupa o pranto. Aperfeiçoados através do sofrimento, como seu irmão mais velho, os filhos de Deus são exercitados na obediência e trazidos à glória, através de muita tribulação.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

BUSCANDO PAZ NOS LUGARES ERRADOS

Meditação de Lisa Robinson, extraída do site http://iprodigo.com/traducoes/buscando-paz-nos-lugares-errados.html e enviada a mim há algum tempo atrás, em tempo oportuno.

Uma coisa eu tenho notado em todos esses anos que tenho sido uma cristã é que alguns conceitos parecem tomar vida própria. Isso é especialmente verdade quando esses conceitos são ensinados de tal forma que resulta em uma produção em massa de distorções de conceitos e verdades distantes de seu significado original. Eu acredito que “ter paz” é, dessa forma, um conceito que tem tomado vários significados que não deveriam.

A ideia de ter paz com Deus é correta e compreensivelmente tirada das seguintes passagens:

“Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5.1)

Porque somos reconciliados com Deus, já não estamos mais em guerra com Deus (Romanos 8.7), não mais condenados (Romanos 8.1) e então podemos descansar na certeza que pertencemos a Ele (1 João 3.1). Claramente, pode haver grande conforto nisso.

Há também a ideia da paz tirada dessa passagem:

E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus. Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas. (Filipenses 4.7-8)

Essa passagem se refere ao fato que nós podemos ter paz com as coisas que pedimos ao Senhor em oração porque há uma certeza de que Ele cuidará disso. Temo que aqui é onde alguns devaneios começam a acontecer. Isso ocorre quando a paz se torna algo divergente do que as escrituras pretendiam, ao se tornar algo sempre necessário a se buscar ou ser guiado por uma tranquilidade que nos livra de qualquer conflito interno em relação a o que for que estamos enfrentando.

Veja bem, não estou dizendo que não devemos ter calma em nossas decisões internas. Mas eu temo que isso possa se tornar o fator primário em determinar no que acreditamos, a decisão que tomamos ou estilo de vida que levamos e possivelmente nos desviarmos. Em outras palavras, nos baseando na ausência de um conflito interno nós podemos estar em perigo de aceitar o que não deveríamos aceitar simplesmente porque há uma paz nisso. É confiar em um sentimento subjetivo como um fator determinante.

Eu tenho encontrado muita gente que tem se desviado da doutrina cristã essencial, tomando decisões imprudentes ou abraçando estilos de vida pecaminosos simplesmente porque tem uma ‘paz’ sobre o que eles têm finalmente aceitado como verdade e uma equivocada noção da vontade de Deus. Eles estavam se aborrecendo com algum ponto doutrinário, questões, atitudes ou experiências da igreja, escolhas, hábitos pecaminosos ou estilo de vida. Eles têm afirmado orar sobre isso e acreditam que, porque têm uma paz sobre o que eles aceitaram, deve ser verdade e deve ser a vontade de Deus. Confiando na natureza subjetiva dos sentimentos, eles, enfim, abraçam o erro ou a apostasia.

A realidade é que na vida cristã, crer no que devemos crer ou fazer o que devemos fazer muitas vezes não vai gerar paz, mas conflito.

Isso é especialmente verdade quando nossas crenças, ou escolhas, ou estilo de vida, são contrários ao que dizem as escrituras. O trabalho do Espírito Santo é convencer os cristãos quando isso acontece e certamente o resultado será um tumulto interno. Não podemos confiar no sentimento subjetivo de calma interna mas na realidade objetiva de Cristo e de Sua palavra. Os sentimentos subjetivos devem ser submetidos à realidade objetiva. Sim, nós podemos enfim ter paz quando nossos pensamentos, crenças e ações estão alinhados com a realidade objetiva do que é verdadeiro e adequado de acordo com o que Deus é e com o que ele quer. Mas não podemos ditar o que é certo por meio de sentimentos subjetivos.

Na vida cristã, crer no que devemos crer ou fazer o que devemos fazer muitas vezes não vai gerar paz, mas conflito


Além disso, eu acredito que há uma tensão inerente em viver uma vida cristã compromissada em meio à existência de um mundo caído. As crenças e os compromissos cristãos vão “contra a corrente” das inclinações dessa vida. A carne se opõe ao Espírito e um inimigo implacável está à espreita. Jesus disse que ele não veio para trazer a paz, mas a espada. Teremos que sobreviver a uma tensão entre quebrantamento e redenção onde a esperança se junta aos gemidos da criação. Paz no meio disso não pode ser calmos sentimentos de euforia mas a percepção de um alerta de Deus dizendo quem ele é, está executando o seu plano e ordena nossa confiança apesar da nossa inquietação.

Por outro lado, estamos dizendo que Deus apenas pode estar certo enquanto nos sentimos bem quanto a isso. Mas estamos apenas nos enganando em acreditar que Deus deve ser submetido à nossa harmonia interna. Se você nasceu do Espírito, você tem paz com Deus embora talvez você possa não se sentir sempre bem nessa vida. Vamos parar de procurar paz em todos os lugares errados para que não entremos em lugares errados aonde, no final das contas, não haverá nenhuma paz.

domingo, 9 de outubro de 2011

EU CREREI

 Por Elaynne Luz

 

"Eu crerei" é uma música que reúne três coisas que eu gosto muito em músicas:  uma letra tocante, uma melodia agradável e o idioma (originalmente é gravada em espanhol). Mas sem dúvida, a razão pela qual esta música virou um post, é a sua letra e algumas reflexões que dá a minha vida, nessa contínua carreira cristã.

 

1 - Ela começa falando que há momentos em que dificuldades vêm e nos sentimos abatidos e cansados.


É certo que as vezes aparecem umas dificuldades "tão difíceis" mas, tão difíceis na vida da gente que como diz a música parece que não há outra coisa a acontecer senão desmaiar, tal como celular anunciando "bateria fraca". 

E nesses momentos (pelo menos comigo) o pensamento primeiro é: Não dá mais não! Cheguei no meu limite!

Mas incrivelmente, são nestes momentos também que Deus nos dá um suporte tal, que assim como o carregador representa a solução para um celular descarregado, a providência e o amparo divinos,  são a força que necessitávamos para nos sentirmos novamente com "baterias renovadas".

E se por uma lado ainda possa haver um certo contristar pela continuidade dos problemas, há uma leveza indescritível de espírito, que nos faz a todo momento lembrar da Palavra de Deus e exultarmos pelo grande Seu poder.

E o que era tristeza e desfalecimento, se transforma em alegria e certeza de que "Tudo posso Naquele que me fortalece!" e "Maior é o que está em nós do que o que está no mundo" ou ainda "Aquele que começou a boa obra há de completá-la"  e tantas outras porções que nos chamam a depositar as nossas esperanças Nele e não em nós; a fim de que o nosso louvor seja manifesto em tempo de angústia, tal como os "cisnes" de que o Piper escreveu e que foi também motivo de um post aqui.

E não apenas isto mas, também para que tenhamos a capacidade de passar por estes momentos com o pensamento de 1 Pe 1: 3-9:

"Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo.  Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo; a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória, obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma."


Ou com a convicção de Salmos 94:19:


"Nos muitos cuidados que dentro de mim se multiplicam, as tuas consolações me alegram a alma."

2 - Então, vão se apresentando situações práticas onde vemos claramente a nossa fé sendo provada.

 

  • São as descrenças, desconfianças e privações a que somos submetidos: 
"Quando ninguém crê em ti, quando as portas se fecham"
  • São as  palavras desanimadoras:
" E as palavras que virão tentando apagar o fogo que há em você"

  •  É o seu passado querendo se fazer presente:
"Agora é tempo de avançar e do passado esquecer"


Enfim, são culpas e acusações contra você.  É o diabo fazendo o seu papel direitinho! Ou quem sabe, é você (ou são os outros) com sua incredulidade e orgulho dando uma cooperada no trabalho dele.

E aqui uma das coisas que mais me impressiona é a realidade de que nós passamos uma vida inteira agindo como credores incompassivos, requerendo SEMPRE misericórdia para com as nossas ações, palavras e pensamentos mas, sendo implacáveis quando se trata dos outros. E ainda que hajam exceções, via de regra, o que acontece não são posturas genuinamente cristãs.

Eu sempre penso que, se o parâmetro de Deus para perdoar fosse o mesmo que usamos em nossas relações, estaríamos simplesmente perdidos, porque frequentemente não há disposição em nosso coração para isso. Nos fechamos em nosso merecimento e não admitimos qualquer tipo de questionamento que queira pô-lo sob suspeita.

Mas, em todas essas situações nos é dito:

"Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." (1 João 1:9) 

E ainda:

"Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica." (Romanos 8:33) 

Ou mesmo a declaração de Paulo em Filipenses 3: 12-14 ( um dos meus versículos preferidos):


"Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus."

3 - Finalmente a música se encaminha para demonstrar a fonte da nossa suficiência: DEUS.

 

  • "E a montanha está à sua frente mas eu sei que a cruz vai fazer, sim, podes crer"
Ou seja, os obstáculos são vencidos pela cruz. É através dela que as barreiras são transpostas.


"Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus."  (1 Co 1:18)

  • "A esperança te fará ver mais além e a fé te dará forças para crer que vencerás"
E de onde vem o motivo de nossa esperança e fé, a não ser de Deus?

 "E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança." (Salmos 39:7)

 "Pois tu és a minha esperança, SENHOR Deus, a minha confiança desde a minha mocidade." (Salmos 71:5)

  • "Se Deus está ao teu lado, você tem o necessário para levantar e crer" 
Eu achei tremenda essa frase! Nossa, como há carência de crentes que depositam sua inteira confiança em Deus, que vivam uma total dependência Dele. E como eu preciso melhorar nesse aspecto.

"Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal?" (Salmos 56:4)

 "E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus; não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus." (2 Co 3: 4-5)

Que haja capacitação do alto para passarmos pelas dificuldades e sermos fortalecidos, e não somente isto mas, sobretudo aprovados por Deus!


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Agora, vejamos a letra completa e o link do vídeo da música:  http://www.youtube.com/watch?v=4PTuvs-5Fo0

Crerei


Quando sentes que vai desmaiar
E que já não há forças pra continuar
Pensou em abadonar
Esse sonho, essa vontade que em tua alma está

A mente diz que não, nada podes fazer
Mas teu coração não para de crer
E a montanha está à sua frente
Mas eu sei que a cruz vai fazer, sim, podes crer

Quando parece que não pode mais lutar
E vê que seu caminho chegou ao final
Quando ninguém crê em ti, quando as portas se fecham
Por favor não te detenhas, porque deves continuar

A esperança te fará ver mais além
E a fé te dará força para crer que vencerás
Agora é tempo de avançar e do passado esquecer
E celebrar o que virá, juntos cantar

Crerei, crerei, crerei, oh...
Oh... oh... Ah!

E as palavras que virão tentando apagar
O fogo que há em você, deves esquecer
E o vento soprará, mas não te deterá
Se Deus está ao teu lado, você tem o necessário
Para levantar e crer
E no final tudo sairá bem, eu sei, eu sei
Eu creio, sim, no meu futuro
Porque Deus é quem  nos dá forças
Confie, Confie, Confie,
Sei que chegará, eu creio sim, eu creio sim

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

VANTAGENS DA SOLTEIRICE

Por Elano Bezerra

No MSN, encontrei a seguinte reportagem 7 vantagens de ser solteira (http://www.bolsademulher.com/amor/livre-leve-e-solta_galeria-109082.html?foto=1)

  
 A reportagem é dirigida às mulheres, mas acredito que também pode ser aplicada aos homens. Vejamos com olhos bíblicos se as vantagens apontadas na reportagem são realmente vantajosas.
1-    A primeira vantagem apontada é estar livre para paquerar muito. O que eu posso dizer é que, se hoje vivemos o caos da família e da sociedade é devido as relações irresponsáveis que as pessoas estão mantendo umas com as outras, relações essas que recebem apelidos que ocultam os malefícios que elas trazem, como “ficar”, “pegar”, “paquerar”. A solteirice não pode ser prerrogativa para buscar relações perigosas. Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas te trará Deus a juízo. (Eclesiastes 11:9)
2-    A segunda vantagem aponta para a falta de cuidado pessoal. O que as mulheres solteiras devem fazer é exatamente o contrário, devem se cuidar, ainda que isso não seja tudo, mas uma mulher que não tem zelo consigo não terá com mais ninguém.
3-    Livre para assistir o que quiser. Os tempos de solteirice não podem ser gastos na ociosidade, mas nas coisas do Senhor. Há diferença entre a mulher casada e a virgem. A solteira cuida das coisas do Senhor para ser santa, tanto no corpo como no espírito; porém, a casada cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido.(1 Coríntios 7.34)
4-    A quarta faz alusão a ter uma cama só para si, ao que parece isso não é tão bom assim. Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará? (Eclesiastes 4:9-11)
5-    É apontado o fato de tomar decisões sozinha. Isso reflete uma independência que desagrada a Deus. Com conselhos prudentes tu farás a guerra; e há vitória na multidão dos conselheiros. (Provérbios 24.6)
6-    Estar livre para comprar o que quiser. Vendei o que tendes, e dai esmolas. Fazei para vós bolsas que não se envelheçam; tesouro nos céus que nunca acabe, aonde não chega ladrão e a traça não rói. Porque, onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração. (Lucas 12:33-34)
7-    O último conselho é o mais desastroso de todos que é se jogar no desconhecido. A chave do conselho é precipitação. Assim, a ordem de Deus é que andemos na contramão do mundo