Vitórias já tive nas lutas aqui.
Contudo, é mui certo que a gente tropeça;
Por isso, Senhor, eu preciso de ti.
A luz que me guia no escuro caminho
Fulgura de cima, do Sol criador;
Contudo, não posso segui-la sozinho;
Por isso eu preciso de ti, meu Senhor.
Bem sei que nas preces eu posso buscar-te,
Jamais dessa bênção na vida eu descri;
Contudo, é possível que eu dela me afaste;
Por isso, Senhor, eu preciso de ti.
Esforços da terra, precário destino,
Empenho dos homens, riqueza, o que for,
Não valem a bênção do reino divino;
Por isso eu preciso de ti, meu Senhor. Amém
Este hino de nº 68 que compõe o hinário presbiteriano - "Novo Cântico", tem uma letra belíssima, é um dos meus preferidos, e revela bem a NECESSIDADE de estarmos sempre muito próximos e alicerçados no Senhor, pondo Nele a nossa inteira confiança, sob o risco de cairmos e desfalecermos por nossas próprias forças.
A última estrofe sempre me faz lembrar do: "Pois que aproveitaria ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?"(Mc 8:36).
Sei que aos que não valorizam a autoridade da Bíblia sobre suas vidas ou mesmo nem a reconhecem como a própria Revelação de Deus aos homens, esse versículo não soa muito diferente de, por exemplo, "Hoje é domingo", mas, àqueles a quem tem sido dado discernimento espiritual e cujo chamamento de Deus é algo genuíno em suas vidas, essa declaração é impactante e deve provocar no mínimo uma sincera e séria autoanálise, pois não há valores, não há riquezas, não há nada neste mundo que se iguale, se aproxime ou mesmo substitua a plenitude de satisfação de uma alma que finalmente encontrou o fim principal de sua existência.
E aqui lembro tanto da primeira pergunta do breve catecismo de Westminster quando nos diz que “o fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre”, quanto de um pensamento de A. W. Tozer sobre haver mais restauradora alegria em cinco minutos de adoração do que em cinco noites de folia.
Fiquemos então, com a convicção de que como diz o cântico, absolutamente nada, nem empenhos, nem esforços, nem riquezas, nem glórias, nada disso valem a benção do reino divino.
Que Deus nos ajude a cada dia a sermos espiritualmente saudáveis, por meio de Cristo. Amém.
A última estrofe sempre me faz lembrar do: "Pois que aproveitaria ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?"(Mc 8:36).
Sei que aos que não valorizam a autoridade da Bíblia sobre suas vidas ou mesmo nem a reconhecem como a própria Revelação de Deus aos homens, esse versículo não soa muito diferente de, por exemplo, "Hoje é domingo", mas, àqueles a quem tem sido dado discernimento espiritual e cujo chamamento de Deus é algo genuíno em suas vidas, essa declaração é impactante e deve provocar no mínimo uma sincera e séria autoanálise, pois não há valores, não há riquezas, não há nada neste mundo que se iguale, se aproxime ou mesmo substitua a plenitude de satisfação de uma alma que finalmente encontrou o fim principal de sua existência.
E aqui lembro tanto da primeira pergunta do breve catecismo de Westminster quando nos diz que “o fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre”, quanto de um pensamento de A. W. Tozer sobre haver mais restauradora alegria em cinco minutos de adoração do que em cinco noites de folia.
Fiquemos então, com a convicção de que como diz o cântico, absolutamente nada, nem empenhos, nem esforços, nem riquezas, nem glórias, nada disso valem a benção do reino divino.
Que Deus nos ajude a cada dia a sermos espiritualmente saudáveis, por meio de Cristo. Amém.
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